Arte e música de John Cage.



Em homenagem ao centenário do americano, o MAM recebe exposição que propõe um diálogo entre o acervo da casa e a poética do artista

O público vai ter a oportunidade de conhecer uma exposição com uma proposta curiosa de intersecção entre as artes. Begin anywhere: um século de John Cage, que cruza as fronteiras da música e da pintura, favorece o diálogo entre as criações de renomados artistas como Robert Rauschenberg, Paulo Vivacqu e Mira Schendel e a essência peculiar de Jonh Cage.


Idealizada pela musicista Vera Terra, a exposição reúne nove obras do acervo interno do Museu de Arte Moderna, que ganham um novo olhar a partir de sua união com a poética de Cage. As criações foram selecionadas seguindo critérios de afinidade artística, já que os autores colaboraram ou foram, de certa forma, parceiros do homenageado.

“Cage influenciou muitos artistas com um tipo de poética regida pelo acaso e pela repetição, com estruturas que compuseram um tipo processo criativo que se disseminou para diversos campo além da música”, explica o curador do MAM, Luiz Camillo Osório. O artista, que sempre apresentou um caráter de composição experimental desde o começo de sua carreira, teve uma entrada mais expressiva no campo das artes plásticas do que na música. “Cage é um artistas essenciais para a arte e cultura contemporâneas e aproveitamos a oportunidade do seu centenário para trazer esta homenagem em seu nome”, conta o curador

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